Bolhufas – Programa #1

bolhufas1

uhuuu!!

BOLHUFAS – PROGRAMA 1

Um programa piloto com apresentação de Giovanni Lucas e Raphael Torrezan. Neste primeiro programa, vamos falar sobre bandas como Artic Monkeys e Rockz, indicações de sites e de livros, sorteio de uma camiseta exclusiva e também a receita do delicioso “Amendoim de Pijama”, confira!

Contatos: cinemaletra@gmail.com, www.cinemaletra.blogspot.com, e no twitter: @cinemaletra.

CLIQUE PARA VER:

Bolhufas – Programa # 1 from cinemaletra on Vimeo.

A Atitude Cristã e a Pós-modernidade!

capa Época-semana 14/jun

capa Época-semana 14/jun

O maior desafio da igreja cristã em cada geração é se fazer entendida pelas pessoas de sua própria época. Esse fato é importante, pois nunca vamos conseguir falar de qualquer assunto, se não nos comunicarmos na linguagem cultural de nossa sociedade. Então, devemos ter o trabalho de pesquisar e entender o que se chama o “espírito da época”, ou as maneiras de pensar do homem atual, para que a mensagem chegue ao coração das pessoas.

Mas que tempo é esse que vivemos que temos que discernir o que devemos utilizar para a expansão do reino de Deus e também nos prevenir? De uma maneira geral, os filósofos o chamam de Idade Pós-moderna. Esse nome não quer dizer muita coisa, mas é justamente essa indefinição que caracteriza a pós-modernidade. A pós-modernidade é uma espécie de reação não planejada à modernidade ou e era moderna. A modernidade é caracterizada por alguns sonhos bem específicos.

Primeiro a modernidade entronizava a razão como o principal meio de se obter conhecimento e tomar decisões, segundo ela rejeitava todo tipo de religião ou doutrina que tinha contato com algum ser transcendente que pudesse se revelar ao ser humano. Terceiro ela estabelecia as ciências naturais como o meio de aperfeiçoamento da humanidade. Isto quer dizer que através do domínio da natureza pelas leis naturais, a erradicação das doenças e a conseqüente eternização do homem, pela automatização do trabalho que faria o homem trabalhar muito menos e a erradicação do mal através de um mundo perfeito onde ninguém iria querer roubar ou matar seu semelhante, pois todos gozariam de um grande bem estar e felicidade eterna, o homem conseguiria construir o seu paraíso sem a apelar para a inadequação da religião.continua

fonte:Jocum-DF

Documentário sobre redes sociais!

"Us Now"

"Us Now"

“Us Now” é um documentário sobre as redes sociais online, suas ferramentas e importância no mundo real aqui.

fonte:URBe

Dissemine idéias, construa o futuro

O selo do Planeta Sustentável é uma ferramenta que divulga atitudes essenciais para quem quer agir no presente com os olhos no futuro. Para contribuir com essa ação, você pode divulgá-lo no seu blog – e ele será automaticamente atualizado com novas idéias sobre sustentabilidade.mais

fonte:Planeta Sustentável

+musician:

Repeat: “Slow Hands (Interpol Cover)”, Zee Avi
por Tomás Pinheiro

Nascida em Bornéu, e agora baseada em Kuala Lumpur, Malásia, a cantora de 23 anos Zee Avi, é a primeira mulher no portfólio da Brushfire Records (Jack Johnson, Matt Costa) e Monotone (compania de Ian Monotone, empresário do White Stripes, The Shins, Raconteurs e Vampire Weekend) Descoberta pelo baterista Patrick Keeler do Raconteurs, que mostrou um vídeo dela a Ian Monotone, Zee então foi colocada imediatamente em um avião para começar a gravar seu primeiro álbum, que sai em Maio. Mas a gravadora carinhosamente disponibizou uma primeira música. Um cover brilhante da “Slow Hands” do Interpol.mais

fonte:Bloody Pop

Banda setentista vigorosa:

The funniest Band Ever!
por Tamara Dumke

Não é a toa que Steve Jobs escolheu como trilha de seu novo comercial para o Ipod Touch o The Asteroids Galaxy Tour. A dupla reflete todo o bom momento que a Apple está atravessando.

Estes dinamarqueses sabem como levar seu som com “balanço” traçando um estilo musical com os dois pés nos anos 70.mais

Tamara Dumke escreve no Chongas toda terça-feira na coluna Musicorama.

fonte:Chongas

filme:Sinédoque, Nova York de Charlie Kaufman

Uma obra de arte pra quem gosta de cinema!

Essa seria minha melhor definição pra novidade belíssima de Charlie Kaufman, agora na direção, o roteirista que ganhou luz após roteiros como “Adaptação” e Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, é na minha opinião o mais genial e criativo roteirista da atualidade.

Sempre admirei a capacidade que o ser humano tem de criar, e neste filme é possível se deparar como a mente de um artista cinematográfico vai além.


Philip Seymour Hoffman com Charlie Kaufman em cena

Aceitando a indicação do grande Panga da Laser Express quando me emprestou o filme com os dizeres de “assista e não me pergunte nada”, pude me deliciar com as cenas dessa “obra de arte” sem exageros, pois o que vejo no filme é uma obra autoral fantástica, original em que Kaufman desperta todo seu poder de criação embarcando em um mundo real, porém com lógicas inexplicáveis que fazem parte ao meu ver do conceito da criação.


Hazel (Samantha Morton) e Caden (Philip Seymour Hoffman)

Para assistir um filme como Sinedóque, Nova York, você tem que ter gosto pelo cinema e atenção aos detalhes, ao mesmo tempo ter a paciência de não querer digerir tão rápido o mundo de Caden Cotard o teatrólogo interpretado pelo cativante Philip Seymour Hoffman. Hoffman mostra como diz a crítica que vou citar abaixo, que tem a habilidade rara de interpretar diferentes papéis com raro talento.

Se você está interessado em ver um filme de autor, diferente e talvez maluco, sente, relaxe e aproveite Sinédoque, Nova York, do contrário compre uma pipoca bem grande e vá até o cinema e como já disseram, “tente terminar o filme antes que acabe a pipoca”.

Giovanni Lucas

+CRÍTICA
Sinédoque, Nova York de Charlie Kaufman
por Régis Trigo:


Caden Cotard interpretado por Philip Seymour Hoffman

“Um dos filmes mais ricos e originais do ano.”
Desde meados da década de 1950, quando os críticos da Cahiers du Cinéma criaram a “teoria dos autores”, a mídia sempre esteve interessada na opinião de apenas uma das centenas de pessoas que participavam da realização de um filme: o diretor. Partindo da premissa de que o resultado final da obra representava a visão de mundo do cineasta, a opinião dos profissionais que vinham creditados antes da expressão “dirigido por”, era algo que podia ser perfeitamente descartado. Mesmo nomes importantes do teatro americano, como Tennessee Williams e David Mamet – só para ficarmos em dois exemplos – são relegados a um segundo plano se comparados aos diretores responsáveis pela filmagem de seus roteiros. Ou alguém tem dúvida que, de acordo com essa supervalorização dos cineastas, os verdadeiros autores de Uma Rua Chamada Pecado e Os Intocáveis são Elia Kazan e Brian de Palma?mais

fonte:Cine Players

+Charlie Kaufman e Philip Seymour Hoffman
falam de ‘Sinédoque’
por Rodrigo Fonseca (Blog do Bonequinho-O Globo-Blogs)


Kaufman e Hoffman em Cannes-2008

(…)
De cabelos desgrenhados, jeitão introspectivo e tiques variados, Charlie Kaufman caminhava quase colado em Seymour Hoffman pelo centro de eventos do 61º Festival de Cannes, onde “Synecdoche” foi alvo de inflamados aplausos. Roteirista dos cultuados “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” (2004), de Michel Gondry, “Adaptação” (2002) e “Quero ser John Malkovich” (1999), ambos de Spike Jonze, Kaufman ostenta fragilidade física, ao contràrio do astro que escalou como seu protagonista.

Perto dos abrutalhados seguranças da mostra francesa, Seymour Hoffman parecia um tampinha, mas em seu visual meio viking, de barba loura e cara amarrada, o ator, premiado com um Oscar por “Capote” (2005), intimida. Um bocado.

- Kaufman conseguiu ver todas as minhas nuanças. Em parte porque abra espaço para criarmos coletivamente. Ele é um sujeito com muito senso de humor – disse um casmurro Seymour Hoffman em Cannes, definindo o cineasta que, em “Sinédoque, Nova Iorque” arranca dele uma das melhores atuações de sua festejada carreira.

Graças à vigilia de Seymour Hoffman, nada simpàtico com caçadores de autògrafos, Kaufman pôde andar sossegado pela Croisette, sem medo da aproximação de jonalistas armados com uma frase fatal: “Não entendi seu filme. Pode me explicar?”. A pergunta ecoou mesmo entre os que amaram o longa-metragem de estréia do roteirista.

- Eu trabalho com tramas cheias de ambiguidades. Explica-las seria uma tolice – disse Kaufman, em resposta a centenas de jornalistas confusos diante da trama. – Eu não sou bom em fazer comparações e associações com outros filmes que se assemelhem ao meu. Até porque, não sou um cinéfilo. Já vi comparações entre “Synecdoche” e “Oito e meio”, de Fellini, mas não posso opiniar sobre essa analogia. Nunca vi “Oito e meio”.

As semelhanças entre “Sinédoque, Nova Iorque” e o clàssico de Fellini de fato existem. E em vários planos. O mais superficial envolve as similaridades entre os personagens principais. Na obra-prima de Fellini, o cineasta Guido Anselmi (Marcello Mastroianni) amarga um bloqueio diante da realização de um novo longa. No filme de Kaufman, há um diretor de teatro, Caden Cotard (vivido por Seymour Hoffman) que se complica existencial e afetivamente durante a preparação de um ambicioso espetáculo.

- Sou atraído por algumas questões quando escrevo. Envelhecer, por exemplo, é uma delas. A rejeição também – disse Kaufman, antecipando a razão que leva Cotard ao colapso criativo.

fonte:Blog do Bonequinho


Earth Day!!O que é!!!?Se ligue e ligue!!

Hoje dia 22 de abril!!Earth Day!!Saiba mais!!

Em um único dia, milhares de ligações. Todas sobre as mudanças climáticas. Para quem? Ninguém menos do que para os governadores de seus países, estados e cidades.

A idéia do Earth Day é que o mundo inteiro faça o mesmo no dia 22 de abril, ou seja, pegar o telefone e cobrar os governantes por uma moratória da queima de carvão, pelo uso de energias renováveis e por construções mais eficientes.

Diversos eventos voltados ao meio ambiente aconteceram nesse dia ao redor do mundo. Nova Iorque, Tokyo, Buenos Aires, Sydney e Barcelona são alguns dos exemplos de locais onde poderão ser vistos shows e outros eventos voltados ao Dia da Terra.

Por que no dia 22 de abril? Foi nesta data que o senador estadunidense Gaylord Nelson fundou, em 1970, a comemoração no país para que a discussão sobre o meio ambiente se tornasse algo nacional. Denis Hayes, então estudante da Harvard, foi chamado para organizar os eventos. Nesse ano, cerca de 20 milhões de pessoas participaram das atividades. Hoje, acredita-se que aproximadamente 500 milhões de cidadãos de todo o mundo fazem algo pelo meio ambiente nessa data.

A mesma organização que promove as celebrações desenvolveu também o Global Water Network, um site para conscientizar o público sobre os problemas com a água e para gerar fundos e patrocínios para projetos de tratamento desse recurso e de ampliação do saniamento básico. O dinheiro arrecado, então, é destinado para Ongs da América do Sul, África e Oriente Médio.

Não se esqueça: no dia 22 de abril, pegue o telefone, ligue para os seus representantes e cobre políticas que ajudem o meio ambiente.

fonte:SUPERINTERESSANTE

Viral Cultural!!-Programa número 1

Viral Cultural – Pgm. 01 from viralcultural on Vimeo.

“viral cultural, o primeiro programa itinerante e virtual, que você encontra por aÍ nos melhores blogs da rede.”

Meu querido toy art!!

Os toy arts cinemaletra, são confeccionados todos com uma costura dedicada. Em feltro, linha média e enchimento que garantem maciez e qualidade aos bonecos.

Quando você leva um toy pra casa você leva a compania e alegria que é depositada na produção. Adquirir um toy é escolher um produto diferenciado, resultado de uma exclusiva dedicação artística, criação exclusiva de Giovanni Lucas.
“Quando inicie a criação dos bonecos, algo mais forte em mim me deu disposição para a criação dos bonecos.”
A coleção dos toys cinemaletra está com um número significante e não para por aí!!



.MiniMe-Giovanni Lucas


Visite em:




Saiba mais sobre o que é um Toy Ar
t!



Toy art, designer toys, urban vinyl, etc, são vários termos que definem o conceito de “brinquedo de arte”. É um brinquedo feito para não brincar, dirigido para pessoas com idade acima de 14 anos – especialmente adultos – e com o intuito de colecionismo e/ou decoração. O toy art é, em síntese, uma “tela” em 3 dimensões para artistas e designers expressarem sua arte. Toy Art é manifestação contemporânea que se apropria do brinquedo para mesclar design, moda e urbanidade.

Porém, na prática não são brinquedos. Brinquedos comuns costumam serem produzidos aos milhões e suas séries são constantemente relançadas devido ao sucesso. Um toy art sempre terá tiragem limitada, numerada ou assinada, e não será relançado – a não ser se for criada nova versão de grafismo. Brinquedos são para crianças brincarem (posteriormente, destruir ou passar adiante). Um toy art é para um adulto ou adolescente colecionar, guardar e cuidar. Quando tem algum membro articulável, serve apenas para mudar a pose na exibição. A temática de um brinquedo é geralmente infantil, baseada em bichinhos, personagens famosos, de desenhos animados ou super-heróis. Os temas de um toy art podem ser meigos, violentos, subversivos, políticos, cômicos, criativos ou de linguagem urbana, underground, erótica, satírica, etc. O intuito do toy art é, como qualquer obra de arte, causar alguma reação no observador. Bons exemplos: O palhaço do “Ronald McDonald´s” de Ron English e o “Mickey” de Keith Haring.

fonte:Wikipedia

O toy art mais famoso é o Munny!
Munny é um toy que pode ser customizado de infinitas maneiras.




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